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TJDFT Mantém Bruno Henrique Como Réu em Caso de Estelionato em Apostas

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) rejeitou o recurso da defesa de Bruno Henrique, mantendo o jogador do Flamengo como réu em um processo por estelionato relacionado a apostas esportivas.

Atualizado em jun 15, 2026 por Redação SafeCasinoCompare 18+ jogo responsavel
Bruno Henrique, atacante do Flamengo, durante uma partida de futebol
Bruno Henrique, atacante do Flamengo, durante uma partida de futebol
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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) confirmou a manutenção do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, como réu em um processo que investiga um suposto crime de estelionato ligado a apostas esportivas. A decisão, proferida nesta quarta-feira (10/6), rejeitou o recurso apresentado pela defesa do jogador, que buscava sua exclusão do caso.

A investigação centraliza-se em uma partida do Campeonato Brasileiro de 2023, entre Flamengo e Santos, realizada em 31 de outubro de 2023, em Brasília. Além de Bruno Henrique, outros oito indivíduos envolvidos no mesmo processo também tiveram seus recursos negados, permanecendo como réus.

Pontos principais

Aspecto Detalhe
Status Bruno Henrique permanece como réu em processo de estelionato.
Acusação Suspeita de cartão amarelo proposital para beneficiar apostadores.
Decisão TJDFT Rejeitou recurso da defesa, validando a representação das casas de apostas.
Pena Potencial Reclusão de 1 a 5 anos e multa, conforme o Código Penal.

Rejeição dos Argumentos da Defesa

A defesa de Bruno Henrique argumentou que as casas de apostas, apontadas como vítimas no caso, não teriam apresentado uma representação formal contra o jogador. Contudo, o desembargador Jair Soares considerou que os alertas e comunicações enviados pelas empresas de apostas às autoridades investigativas foram suficientes para demonstrar o interesse na persecução penal. Ele destacou que, em crimes de ação penal pública condicionada, a representação não exige formalidade específica, bastando a demonstração inequívoca de interesse da vítima.

Investigação sobre Cartão Amarelo Proposital

A apuração indica que Bruno Henrique teria provocado intencionalmente um cartão amarelo durante a partida contra o Santos. O objetivo seria favorecer apostadores que teriam conhecimento prévio dessa ação. O jogador, que já estava pendurado com dois cartões, cometeu uma falta em Soteldo e recebeu o cartão amarelo. Em seguida, foi expulso por reclamação ostensiva. A Polícia Federal encontrou indícios de que informações sobre o cartão teriam sido compartilhadas com pessoas próximas ao atleta, incluindo seu irmão, que teriam realizado apostas com base nesse conhecimento antecipado.

Outros Envolvidos e Desdobramentos

Entre os investigados que também permanecem como réus estão Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique, e Ludymilla Araújo Lima, sua cunhada, além de outras seis pessoas. Na esfera esportiva, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) aplicou uma multa de R$ 100 mil ao atacante em novembro de 2025, mas Bruno Henrique foi absolvido da acusação mais grave, podendo continuar atuando normalmente pelo Flamengo. O jogador também foi indiciado pela Polícia Federal em abril de 2025, por fraude esportiva.

Este caso ressalta a importância da integridade nos eventos esportivos e o impacto de esquemas de manipulação em plataformas de apostas. Para os leitores de SafeCasinoCompare Brasil, a notícia serve como um lembrete crucial sobre os riscos associados à integridade dos jogos e como isso pode afetar a confiança no setor de apostas. Acompanhar os desdobramentos de casos como este é fundamental para entender o cenário regulatório e as medidas de segurança que buscam proteger a lisura das apostas esportivas no Brasil.

Fonte: BNLData – https://bnldata.com.br/tjdft-mantem-bruno-henrique-como-reu-em-processo-por-estelionato-em-apostas/